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Funerária que adiou funeral de pastor da ressurreição não será punida

Após notificar a funerária que aguardou três dias para realizar o enterro de um pastor que havia deixado uma mensagem dizendo que ressuscitaria, a prefeitura de Goiatuba (GO), a 176 quilômetros de Goiânia, voltou atrás e informou que o estabelecimento não corre risco de punição.

O caso ganhou repercussão nacional, após a esposa do pastor evitar o velório e enterro dele, baseando-se em uma mensagem formalizada por ele em 2008. No texto, ele dizia que teve divinas revelações e que ressuscitaria três dias depois de sua morte.

Tempo

A funerária aguardou o tempo solicitado pela esposa de Huber, a também pastora evangélica Ana Rodrigues, e foi notificada pela Vigilância Sanitária de Goiatuba, com base em uma resolução de 2006 que estipulava que o tempo entre a morte e o enterro não poderia ultrapassar as 24 horas.

Descobriu-se depois, no entanto, que tal norma não está mais vigente. Ela foi revogada no ano seguinte em publicação feita no Diário Oficial da União (DOU). O novo texto que aborda a questão de traslado e conservação de cadáveres não estipula um limite de tempo.

Morte

O pastor Huber morreu no último dia 22 de outubro por complicações cardiorrespiratórias em Itumbiara, no sul de Goiás. A esposa exigiu que o pedido feito por ele na mensagem escrita em 2008 fosse respeitado e atendido.

O corpo dele só foi liberado para sepultamento na madrugada do dia 26/10. Centenas de pessoas se reuniram na porta da funerária, aguardando pela saída do caixão.

 

Fonte: Metrópoles

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